A mensagem de Bento XVI aos participantes do Congresso, embora curta, constitui, por si só, um documento de grande relevo para deixar clara a situação dos Movimentos no contexto eclesial.
Não por coincidência, foi o então Cardeal Ratzinger, quem fez uma conferência no seu Primeiro Congresso Mundial, em maio de 1998, a propósito da colocação teológica dessas novas realidades eclesiais.
Agora, abordando o tema do Congresso, A beleza de ser cristão e a alegria de comunicá-la, Bento XVI ressalta o alcance desse compromisso:
Em Cristo encontram-se a beleza da verdade e a beleza do amor; mas o amor, sabemo-lo, requer também a disponibilidade para sofrer, uma disponibilidade que pode chegar até à doação da vida por quem se ama.
Bento XVI menciona, então, a poderosa força que, durante toda a história do Cristianismo, serviu para transmitir a Fé e atrair muitos seguidores: a “novidade de vida de pessoas e de comunidades capazes de dar um testemunho incisivo de amor, de unidade e de alegria”.
É precisamente na esteira desse desenvolvimento histórico que se verifica o atual florescimento dos Movimentos: através de seus fundadores e iniciadores, muitos e muitos fiéis entreveem “com singular luminosidade o rosto de Cristo” e se põem a caminho.
Nessa mesma linha, o Papa deseja dos Movimentos um grande impulso missionário: “Levai a luz de Cristo a todos os ambientes sociais e culturais em que viveis”.
É nessa atividade evangelizadora que se comprova “a radicalidade de uma experiência de fidelidade sempre renovada ao próprio carisma, que leva além de qualquer fechamento cansado e egoísta em si”.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas