Dá-me teus olhos, ó Mãe, para saber olhar;
se olho com teus olhos, jamais poderei pecar.
Dá-me teus lábios, ó Mãe, para poder rezar;
se rezo com teus lábios, Jesus me escutará.
Dá-me tua língua, ó Mãe, para ir comungar;
é tua língua patena para graças alcançar.
Dá-me tuas mãos, ó Mãe, pois quero trabalhar;
então meu trabalho uma eternidade valerá.
Dá-me teu manto, ó Mãe, para minha maldade cobrir;
coberto com teu manto, ao Céu hei de ir.
Dá-me teu Céu, ó Mãe, para poder gozar;
se Tu me dás o Céu, que mais posso desejar?
Dá-me a Jesus, ó Mãe, para poder amar;
se O tenho, sempre feliz hei de ficar.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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