O Pontifício Conselho para a Família, fundado em 13 de maio de 1981, faz parte da Cúria Romana, isto é, do conjunto de Organismos e Dicastérios que coadjuvam o Papa no exercício do seu supremo múnus pastoral, para o bem e o serviço da Igreja.

Ele tem como presidente um Cardeal, assessorado por um Comitê de Presidência formado por Bispos e contando também com a assistência de leigos, homens e mulheres, sobretudo casados, provenientes de vários países.

Até maio de 1981, suas atribuições estavam a cargo de um departamento do Pontifício Conselho para os Leigos, o Comitê para a Família.

Então o Santo Padre João Paulo II, à vista da amplitude e importância dos problemas relativos a esse campo, decidiu criar para essa finalidade um Pontifício Conselho independente.

Entre os numerosos encargos específicos a ele confiados incluem-se os de promover e coordenar os esforços pastorais referentes ao problema da procriação responsável segundo os ensinamentos da Igreja, como também o de encorajar, sustentar e coordenar os esforços em defesa da vida humana desde a concepção.

Pela influência que podem ter sobre a família são acompanhadas questões como a pornografia, a prostituição e a droga.

E outros temas que, por sua própria natureza, são conexos com a pastoral da família e a defesa da vida, entre os quais: espiritualidade conjugal e familiar, preparação para o Matrimônio, formação dos leigos para a pastoral familiar, aborto e controle de natalidade, problemas de bioética tais como a procriação artificial e manipulações dos embriões.

Incumbe-lhe ainda acompanhar a atividade dos Institutos e das Associações cuja finalidade é servir o bem da família.