Numa residência da Granja Viana, uma menina de oito anos, de família não católica, procurou o pai com ares de quem queria ter com ele uma conversa séria.
— Papai, estou muito na dúvida sobre qual religião vou seguir.
— Minha filha, você siga o que Deus lhe inspira no coração – respondeu ele com bondade.
— Se é assim, quero ser católica, pois estou gostando muito das orações que os arautos fazem no Colégio.
Igualmente comovedora é a confidência que uma menina de 12 anos, residente no mesmo bairro, fez à sua mãe a respeito do seu plano de vida:
— Quero ser pediatra, casar-me, ter três filhos e ser santa!
Era noite. Na casa toda iluminada, chegou o momento auge da festinha de aniversário da filha caçula.
Entre música, risos e palmas a dona da casa partiu o esplêndido bolo e algumas crianças iam começar a saboreá-lo quando foram interrompidas por dois meninos: “Não, não é assim. É preciso rezar antes de comer!”
Isto dito, fizeram o sinal da cruz e recitaram uma Ave Maria, no que foram seguidos por toda a criançada presente.
Admirada, a mãe da aniversariante lhes perguntou onde tinham aprendido essa tão bela atitude. “No Colégio dos Arautos, onde estudamos”, respondeu um deles.
Na semana seguinte, ela foi ao Colégio Arautos, narrou este fato e acrescentou: “Então vim conhecer para matricular meus filhos também aqui”.
Dia dos Pais
Na festa em homenagem aos pais, dia 13 de agosto, os jogos foram disputados animadamente não só pelos filhos, mas também pelos pais e mães, num ambiente de harmonia que a todos encantou.
Cada filho presenteou seu pai com uma bela Medalha Milagrosa e um exemplar do conhecido conto As pegadas na areia.
Uma mãe comentou emocionada:
Gosto muito do modo como os arautos nos tratam. Em outros colégios eu me sentia um número, os professores nem me conheciam. Aqui os arautos me tratam pelo nome, e os vejo frequentemente conversando com as minhas filhas. Noto que elas progrediram muito, estão muito mais decididas e responsáveis.
Recentemente, essa senhora teve uma queda séria dentro de casa, que a deixou meio imobilizada. A primeira providência da filha caçula foi fazer-lhe logo o sinal da cruz com água benta na fronte, enquanto aguardava a chegada do socorro médico.
Outra jovem mãe desabafou:
— Por favor, tenham paciência com meus filhos, pois eu mesma não tive essa boa formação e estou aprendendo muitas coisas aqui.
Há incontáveis outras manifestações de contentamento das famílias, pelos progressos que notam nos filhos. Uma mãe contou que seu filho de 13 anos agora toma a iniciativa de ir às aulas de Catecismo na paróquia, o que antes não fazia.
E outra, elogiando o método pedagógico do Colégio, deu como exemplo o seguinte fato: a fonoaudióloga de seu filho avisou que, em vez de duas sessões semanais, bastará doravante uma, em razão dos progressos que ele fez, fruto do ensino recebido no Colégio.
Assim, o primeiro semestre de aulas confirma plenamente a previsão do Cardeal-Arcebispo de São Paulo: “Os pais não ficarão desiludidos com o trabalho que aqui vai se desenrolar”.
Se em apenas seis meses foi possível obter tão bom resultado, o que não se pode esperar de um curso inteiro de formação?