Ao contrário do mundo antigo pagão, em que os fracos eram desprezados e até escravizados, veio o divino Salvador pregar o amor ao próximo, especialmente ao mais necessitado.
Mãe solícita, a Santa Igreja Católica vem ao longo dos séculos pregando essa máxima evangélica a todos os povos.
Suscitando uma plêiade de almas que a tudo renunciam para se dedicar ao serviço dos pobres e desamparados, ela se desdobra para socorrer os sofredores e carentes, desprovidos por vezes até do necessário para a vida.
Regularmente, procuram os Arautos do Evangelho minorar o sofrimento desses nossos irmãos, levando-lhes um auxílio material ou espiritual.
Essas visitas são invariavelmente ocasião de graças, não só para as famílias, mas também para os jovens que as fazem.
A este respeito, centenas de casos poderiam ser relatados. Por exemplo, este de uma moça residente na favela Jardim Colombo, em São Paulo.
Ela estava de relações rompidas com a mãe e o irmão, e não sabia como acabar com essa triste discórdia familiar. Encontrando os Arautos numa rua da favela, pediu-lhes que levassem à sua casa a imagem da Virgem de Fátima.
Mal haviam estes entrado na pequena moradia, a mãe da jovem abraçou em prantos a imagem de Nossa Senhora, dizendo: “Este foi o maior presente da minha vida! O melhor presente que minha filha poderia ter me dado!”
Estava assim, aos pés da Virgem, reconciliada aquela família.