Bento XVI, pouco a pouco, revela a toda a Igreja, se não um programa de governo pastoral, ao menos diretrizes e motivações que irão ajudar a cada um na sua missão dentro do povo de Deus. Ele é defensor da Fé, com discernimento e propostas claras.

É grande sua preparação intelectual quanto à Palavra de Deus, à teologia, à moral, ao direito e à cultura em geral.

Assim, sem falar da ação do Espírito Santo, que é o essencial, como evangelizador pode enfrentar no melhor modo o desafio mais profundo para o Cristianismo hoje, ou seja, conservar a Fé encarnando-a.

A Igreja deve anunciar, em voz alta, toda a verdade do Evangelho, não porque é seu direito, mas porque é seu dever. O novo Papa é homem de grande profundidade, força intelectual, solicitude pela Fé e pela Igreja. Foi sempre um homem de respostas pontuais e francas.

A linha por ele proclamada é de ter o Concílio Vaticano II como referência constante, tomando-o na continuidade da tradição da Igreja, e não como ruptura.