Dos sacerdotes, os fiéis esperam somente uma coisa: que sejam especialistas na promoção do encontro do homem com Deus. Ao sacerdote não se pede para ser perito em economia, em construção ou em política.
Dele espera-se que seja perito em vida espiritual. Para esse fim, quando um jovem sacerdote dá os seus primeiros passos, precisa ter como referência um mestre experiente que o ajude a não desanimar no meio de tantas propostas da cultura do momento.
Diante das tentações do relativismo ou do permissivismo, não é de fato necessário que o sacerdote conheça todas as atuais, mutáveis correntes de pensamento; o que os fiéis esperam dele é que seja testemunha da eterna sabedoria, contida na palavra revelada.
A solicitude pela qualidade da oração pessoal e por uma boa formação teológica traz frutos na vida. […]
Cristo precisa de sacerdotes que sejam maduros, varonis, capazes de cultivar uma verdadeira paternidade espiritual. Para isso, o sacerdote precisa de honestidade consigo mesmo, de abertura ao diretor espiritual e de confiança na divina misericórdia.