O nome das pessoas pode estar associado a personagens famosos aos quais se deseja render homenagem – Hércules, Cícero, Penélope – ou, na maioria das vezes, aos Santos sob cuja especial proteção quer-se colocar a criança na hora do Batismo.

Nos primeiros tempos da Igreja foi também muito comum adotar nomes simbólicos como Cristóforo (aquele que porta Cristo), Amadeu (que ama a Deus) e Bento ou Benedito (abençoado).

Nos tempos atuais, um dos nomes mais populares é, sem dúvida, o de Francisco, cuja origem remonta ao Santo de Assis.

Na realidade ele foi batizado como João, em honra a São João Batista, e deveria ter sido esse o nome com o qual passaria para a História.

Mas a mãe do Poverello era francesa e de tal forma o menino tornou-se fluente na bela língua materna, que todos os membros da família começaram a chamá-lo carinhosamente de Francesco, que quer dizer pequeno francês.

São Francisco de Assis não é o único Santo que mudou de nome durante a infância. Santa Rita de Cássia, por exemplo, foi batizada como Margherita, mas em casa a chamavam de Rita e foi com esse diminutivo que ficou conhecida em toda a Igreja.