Carlos Magno foi grande nadador
Quem não ouviu falar do Imperador Carlos Magno? Grande defensor dos direitos da Igreja, é considerado por muitos historiadores como o fundador da Europa.
Poucos sabem, entretanto, que foi também um grande nadador. Seu gosto por esta atividade levou-o a construir um palácio em Aquisgrana, na Alemanha, famosa por suas águas termais, e ali passar longas temporadas.
Mas não ia sozinho. Queria compartilhar com os seus mais próximos esse saudável prazer. Assim, ao nadar, o Grande Carlos era acompanhado por uma verdadeira multidão: desde seus filhos até os guardas do palácio.
Mais de cem pessoas iam conversando e se entretendo, envoltas pela mesma massa líquida e por um mesmo afeto que, em Carlos, também era grande.
Mas se alguém – sempre com respeito – ousava desafiar o Imperador para uma competição aquática, Carlos Magno, com sua avantajada estatura, provava ser imbatível até dentro d’água.
Foi um beneditino que descobriu o champanhe
Em uma abadia do século XVII, em Hutvillers, na França, o monge beneditino Pedro Pérignon elaborou a bebida que conquistaria o paladar de todo o mundo.
Varão observante e austero, mas de espírito curioso e empreendedor, ele descobriu a forma de transformar o vinho comum em espumante (o método champenoise) e, o que é mais importante, uma maneira de acondicioná-lo para que o gás não se perdesse.
Não bastasse essa inovação, o monge foi o responsável pela criação da taça flute e da técnica de misturar vinhos – o assemblage.