São Pantaleão nasceu e viveu sua curta vida no fim do século II (Ano 282), na cidade de Nicomédia, na Turquia, que pertencia ao Império Romano.
A mãe de São Pantaleão era cristã e se encarregou da educação do menino, iniciando na Fé de Jesus. Mas o pai de São Pantaleão era senador do governo romano e adorava os falsos deuses.

Seu pai fez seu filho estudar medicina com homens sábios daquele tempo. Ao terminar seus estudos, foi apresentado ante o Imperador e causou tão boa impressão, que este o quis como médico pessoal.
Certa vez em que São Pantaleão passeava por um bosque, encontrou um ancião sacerdote, chamado Hermolau, que conhecia sua mãe.
A bondade e a sabedoria do ancião, fizeram com que São Pantaleão tivesse várias conversas que o ensinou sobre Jesus e a Fé Cristã. Finalmente São Pantaleão decidiu que, se visse um milagre, se tornaria cristão.
Uma tarde, caminhava de regresso à sua casa e encontrou um menino que acabava de morrer por ser mordido por uma víbora venenosa.
São Pantaleão se ajoelhou e rezou: “Deus, te peço que este menino volte à vida pelo poder de teu Filho Jesus!” Mal terminou de fazer sua oração, o menino se pôs de pé: Havia ressuscitado!
São Pantaleão decidiu por-se nas mãos de Hermolau, para aprofundar-se seus conhecimentos na Fé Cristã.
Finalmente cumpriu sua promessa e tornou-se cristão, recebendo o Sacramento do Batismo. Desde então se dedicou a fazer o bem e a ensinar a vida de Jesus.
Os inimigos de São Pantaleão, invejosos o acusaram ante o Imperador por ser cristão. Assim, foi levado e preso, sendo muito torturado para que renunciasse a Fé. 
Foi condenado pela primeira vez ao fogo, mas as chamas foram extintas. Em seguida mergulhado em chumbo derretido e milagrosamente o mesmo, resfriou-se. Depois foi atirado ao mar com uma pedra amarrada ao pescoço e logo a pedra começou a flutuar. Foi posto diante das feras, porém os animais que supostamente iria rasgá-lo em pedaços ficaram tranquilos a seus pés. Ainda foi amarrado a uma roda e as mesmas se soltavam…
Compreendendo que nenhum castigo faria São Pantaleão abandonar sua Fé em Jesus, o amarraram em uma árvore seca e finalmente puseram fim a sua vida, decapitando sua cabeça.
Milagrosamente a árvore começou a brotar e as mulheres piedosas juntaram com alguns trapos o sangue que São Pantaleão havia derramado por amor a Jesus.
Esse sangue se conserva desde há muitos séculos em um relicário e todos os anos, quando chega dia 27 de Julho, a festa comemorativa de seu martírio, o sangue de São Pantaleão, que durante todo o ano permanece coagulado, se torna líquido.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas