
Maria foi como o centro de todas as graças e belezas que Deus havia distribuído aos Anjos, aos Santos e a todas as criaturas. Maria havia de ser a Rainha e Senhora dos Anjos e dos Santos, e por isso mesmo deveria ter mais graças que todos eles, já no primeiro instante de seu ser. Maria havia de ser Mãe do próprio Deus. É um princípio
de filosofia que entre a forma e as disposições da matéria deve existir certa proporção: a dignidade de Mãe de Deus é aqui como a forma, e o coração de Maria é a matéria que há de receber esta forma. Ó, que cúmulo de graças, virtudes e outras disposições se reúnem naquele santíssimo e puríssimo coração!...
(Santo Antônio Maria Claret)
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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