Certa vez perguntaram a uma mãe:
— Qual o filho que a senhora mais ama?
Com um sorriso afável, ela respondeu:
— O filho doente, até que sare;
— O que partiu, até que volte;
— O que está estudando, até que aprenda;
— O que não trabalha, até que se empregue;
— O que chora, até que se cale”;
— O que está triste até que se alegre;
— O que esqueceu-se de Deus até que d’Ele se lembre;
— E… — sem o sorriso… —o que me deixar, até que o reencontre”.
Por que Deus pôs tanto amor assim no coração materno? Por uma razão muito simples:
Entre outras coisas, poderíamos dizer ter sido foi porque queria que, ao referir-se à sua Mãe, pudessem dizer para a criança:
“Mamãe do Céu!”
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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