Foi bastante conhecido em sua época —primeira metade do século XX — o livro “Deus existe: eu O encontrei”, de um conceituado cirurgião, tão competente quanto… ateu. Ateu até a hora em que “encontrou” a Deus.
Como o encontrou?
Encontrou-O ao realizar uma complexa cirurgia, na qual lhe ficou evidente que a ordem e harmonia do corpo humano não podiam ser obra do acaso. “Não é possível que Deus não exista!” — dizia o ex-ateu diante da evidência.
Nos nossos dias agitados, entrecortados de problemas, violência, guerras, etc, como podemos encontrar a Deus, no qual encontraremos “repouso para nossas almas”? (Mt 11, 29)
Podemos encontrá-lO quando procuramos deixar um pouco o bulício do dia a dia, fazemos cessar o brouhaha das ocupações e… ficamos em silêncio, longe dos celulares, internet, tv, etc. Ali, no silêncio, Deus nos aguarda.
Pois “quando Deus quer se unir intimamente a um homem e lhe falar ao coração, Ele o conduz à solidão. Se se trata de um homem chamado à vida religiosa contemplativa, Deus, para realizar o seu desejo, começa por separá-lo do mundo”.(1)
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas
