Para mim, é glorioso e desejável sofrer todos os tormentos para confessar a Jesus Cristo, pois nunca tive o menor apego a esta vida. Mas compadeço-me de vós, que pareceis estar ainda na juventude, pela desgraça de vos encontrardes às ordens de um juiz tão cheio de injustiça. [...]
Morrer por Cristo não é sacrificar a própria juventude, mas renová-la; é dar um pouco de barro para receber ouro; trocar uma morada estreita e vil por um palácio magnífico; oferecer algo perecível e receber em troca um bem imortal.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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