O que a História nunca será capaz de dizer, o que não é possível que ela faça compreender é a sua vida íntima, o seu contínuo sacrifício, tranquilo, suave, invencível e heroico, a sua solicitude e o seu entranhado amor para conosco, seus filhos; a confiança, a estima e a veneração que nos inspirava; a sua grande autoridade; o modelo de perfeição como o considerávamos!
Ah! Dificilmente a História poderá descrever a suave doçura com que a sua palavra, o seu olhar, um só gesto seu enchiam e consolavam os nossos corações.
É mister tê-lo visto, ter-se vivido ao seu lado.
Outubro de 2026, nº 298
Setembro de 2026, nº 297
Agosto de 2026, nº 296
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