Nosso Senhor deu-me a Mãe d’Ele como minha Mãe! Eis a solução! Sinto que, por eu ser tão ordinário, tão fraco, tão ruim, Ela tem uma pena especial.
E enquanto meço a profundeza das minhas chagas, Ela sorri para mim e como que diz: “Meu filho, é verdade. Mas muito mais Eu sou boa do que você é ruim! Passo por cima disso, o afago, lhe quero bem, o trago para junto de Mim”.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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