“Convido-vos a recitar essa bela oração” – exortou Sua Santidade, no final da Missa celebrada na Praça de São Pedro em 3 de outubro.

O Papa apontou aos fiéis presentes, como modelos de prática desta devoção, os cinco novos Bem-Aventurados que naquele dia eram elevados à glória dos altares.

E, ao saudar os peregrinos argentinos, mencionou expressamente o exemplo da Beata Ludovica de Angelis, missionária nesse país, a qual, acentuou ele, “tinha sempre o Terço nas mãos”.

Na Audiência Geral de quarta-feira, dia 6, o Santo Padre reiterou o convite: “Fazei do Rosário vossa oração de cada dia”, disse.

Em entrevista para a Rádio Vaticano no domingo seguinte, dia 10, Dom Domenico Sorrentino, Secretário da Congregação para o Culto Divino, fez eco a essas exortações do Sumo Pontífice.

Depois de sublinhar o caráter altamente contemplativo do Rosário, o Prelado apresentou seu testemunho pessoal: “Vi milagres em torno dessa devoção, pessoas que nela encontraram motivo de conversão”.

Após dar um breve histórico de como surgiu e estendeu-se para todo o mundo essa devoção, Dom Sorrentino assinalou também que, na Carta Apostólica O Rosário da Virgem Maria, João Paulo II deu um enfoque preciso a essa oração, “centrando melhor seu caráter cristocêntrico e bíblico”, e acrescentando-lhe os Mistérios Luminosos.