A nossa Celeste Menina, tanto por causa de seu ofício de medianeira do mundo como em vista de sua vocação para Mãe do Redentor, recebeu, desde o primeiro instante de sua vida, graça mais abundante que a de todos os Santos reunidos.
E que admirável espetáculo para o Céu e para a Terra, não seria a alma dessa Bem-aventurada Menina, encerrada ainda no seio de sua mãe!
Era a criatura mais amável aos olhos de Deus, de quantas que até então haviam existido. Houvera, pois, nascido imediatamente após a sua Imaculada Conceição, e já teria vindo ao mundo mais rica de méritos e mais santa do que toda a corte dos Santos.
Imaginemos, agora, quanto mais santa nasceu a Virgem, vendo a luz do mundo só depois de nove meses, os quais passou adquirindo novos merecimentos no seio materno!
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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