Ó santíssimo esposo de Maria, aqui estão os que vós tendes assistido de maneira especial, em todas as circunstâncias, e que vos tomam como patrono da confiança.
Vós, ó São José, cumpristes vossa missão e a levastes até suas últimas consequências, na perfeição de vossas virtudes.
E nós, não somos também chamados? Não há em nossos caminhos algo a ser realizado? Sim, nestes momentos trágicos, em que a humanidade se encontra no delírio de uma horrível decadência, cada um de nós tem uma missão específica com vistas ao Reino de vossa puríssima Esposa.
Com o auxílio d’Ela e com vossa proteção, temos de inverter a atual situação, combater o mundo e vencê-lo, e, portanto, devemos ser íntegros, prudentes e fiéis.
Entretanto, reconhecemos nossa insuficiência humana diante de tão grande panorama. E recorremos a vós, pedindo que nos acolhais com vossa paternalidade, e aceiteis a consagração que fazemos a vós.
Entregamos nossas almas, nossos haveres e nossos pertences aos pés de Nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de vós.
Sendo o chefe da Sagrada Família, a vossa relação de autoridade sobre o Menino Jesus se mantém durante a eternidade, de modo que Ele atenderá sempre o que vós Lhe pedirdes.
Assim, nós vos suplicamos: como Patriarca da Santa Igreja Católica, à qual nunca deixais de socorrer, assumi cada um de nós em vossas mãos e governai-nos.
E, por vossa intercessão junto a Maria Santíssima, rogamos que nos obtenhais vossa fé e vossa confiança, a certeza serena de que a Santa Igreja chegará ao triunfo, a coragem dos cruzados, a perfeição com que reagistes diante de todas as perplexidades, e o esplendor de uma santidade que jamais se conheceu na História. Assim seja.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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