Depois de comprovarem os maiores milagres efetuados pelo Divino Mestre, viram-No preso, flagelado, preterido em favor de um Barrabás, levantado no Madeiro entre dois criminosos e morto na rejeição geral.
Aqueles eleitos pelo Pai para serem os arautos não só da Paixão, mas também da Ressurreição, necessitavam ver o Messias em seu sagrado Corpo glorificado.
A incredulidade deles, culposa ou não, deve ser tomada como extremamente vantajosa para nós: “Para que acrediteis” (Jo 19, 35).
Em sua sabedoria eterna e infinita, a Providência Divina concebeu essas insuperáveis testemunhas, esses primeiríssimos arautos do Evangelho.
Para nós eles viram, para nós eles foram provados, para nós eles creram, para nós eles escreveram.
E agora chegou a nossa vez de dar o nosso testemunho e, se não acreditarmos, não teremos escusas. Estamos destinados à bem-aventurança de crer sem ter visto, para, assim, ingressarmos na vida eterna.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
Quem são os Arautos do Evangelho?
Auxílio dos Cristãos
Músicas Natalinas