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A riqueza de vida litúrgica e pastoral e um vínculo especial com o Sumo Pontífice caracterizam as igrejas com o título de Basílica.
Entre as diversas igrejas de uma diocese — catedral, paróquias, santuários —, algumas se destacam pela riqueza de sua vida litúrgica ou pastoral, pela grandeza e beleza de sua arquitetura, ou por sua importância histórica.
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| Após a Missa, foram descobertos os emblemas da Basílica, do Papa e do Bispo diocesano |
Quando, ademais, nelas se celebra de forma exemplar a Eucaristia e há disponibilidade de sacerdotes para administrar os Sacramentos, sobretudo o da Reconciliação, tornam-se centros de atividade litúrgica e pastoral para o povo de Deus, que ali acorre, dando-lhe certo renome na diocese e, às vezes, fora dela.
Esses templos — segundo o decreto Domus Ecclesiæ — preenchem os requisitos para receber o título de Basílica Menor e adquirir, assim, um especial vínculo com o Santo Padre. Cerca de 1.500 igrejas que receberam esta distinção pontifícia formam uma coroa em torno das quatro Basílicas Maiores romanas — São João de Latrão, São Pedro, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros — cujo altar maior está reservado para o Sumo Pontífice.
A Igreja Nossa Senhora do Rosário foi erigida para atender as necessidades espirituais dos Arautos do Evangelho, mais especialmente do seminário dessa Associação. Entretanto, logo começou a ter um duplo crescimento.
De um lado, os laços com Roma estreitaram-se, não só através do vínculo oficial estabelecido em janeiro de 2008 com a Basílica Liberiana de Santa Maria Maior — da qual Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP, é cônego honorário —, mas também pela visita de destacadas personalidades da Cúria Romana, como o Cardeal Franc Rodé, CM, então Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica; de Dom Cláudio Hummes sendo Prefeito da Congregação para o Clero; de Dom Jean-Louis Brugués, OP, Arquivista e Bibliotecário da Santa Igreja Romana ou do Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, Cardeal Francesco Coccopalmerio.
De outro, intensificou-se muito sua influência espiritual e pastoral sobre os fiéis da região, sobretudo após ela tornar-se Matriz da Paróquia Nossa Senhora das Graças, erigida em outubro de 2009 pelo Bispo de Bragança Paulista, na época Dom José Maria Pinheiro.
A concessão do título de Basílica Menor, solicitada pelo atual Bispo, Dom Sérgio Aparecido Colombo, obriga os Arautos a crescerem na união com Roma, em seu labor pastoral, “fazendo com que este magnífico templo seja um lugar onde, de modo muito particular, se sinta a presença de Nossa Senhora e Nosso Senhor”.
Cúria Romana – Dentre os numerosos Prelados que visitaram a Basílica de Nossa Senhora do Rosário, cabe mencionar o Cardeal Franc Rodé, CM,
então Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica; Dom Cláudio Hummes, Prefeito Emérito
da Congregação para o Clero; Dom Jean-Louis Brugués, OP, Arquivista e Bibliotecário da Santa Igreja Romana; e Cardeal Francesco Coccopalmerio,
Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos.
Ministério sacerdotal – Cabe aos presbíteros Arautos, muitos deles
ordenados nesta Basílica, ministrar os Sacramentos aos fiéis que a
frequentam, sobretudo na concorrida Missa dominical.

