No dia 2 de novembro, a Igreja Católica celebra o dia de Finados.

Nesta data, os fiéis são convidados a rezar por aqueles que já não vivem entre nós e a lembrar que a existência terrena é passageira.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que “tal como Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos e vive para sempre, assim também os justos, depois da morte, viverão para sempre com Cristo ressuscitado, e Ele os ressuscitará no último dia”.

Em um artigo intitulado Comunhão dos Santos, publicado em 2010 no portal da arquidiocese, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, explicou que o ensino católico da oração está unido intimamente ao dogma de suma importância para compreendermos a íntima união com os falecidos: o dogma da Comunhão dos Santos.

O Prelado recorda que a expressão “Comunhão dos Santos”, contida na oração do Credo, não se refere apenas aos Santos canonizados pela Igreja, mas a todos os que, pelo Batismo, juntam-se aos que creem na Palavra do Senhor Jesus (cf. Catecismo da Igreja Católica, 958).

Ministros da consolação e esperança

A Igreja no Rio de Janeiro conta atualmente com mais de mil ministros da consolação e esperança, que trabalham nos dezenove cemitérios da arquidiocese, consolando e levando a esperança a todos os que perderam seus entes queridos.

“Levamos para as pessoas a consciência sobre a importância de rezar pela ressurreição”, declarou a coordenadora arquidiocesana do Ministério da Consolação e Esperança, Marilda Roriz.

Anualmente, há uma preparação de novos ministros, geralmente realizada no mês de maio, na Catedral de São Sebastião, e ministrada pelo assistente eclesiástico do ministério, Pe. Pedro Paulo.

Iniciado no ano de 1984 nos cemitérios de São João Batista e de Inhaúma, esse trabalho pastoral foi estendido em esfera arquidiocesana, em 1988, abrangendo dessa forma todos os cemitérios da cidade.