Primeira Leitura
Este é o sangue da aliança que o Senhor fez convosco.
todas as palavras do Senhor e todos os decretos.
O povo respondeu em coro:
“Faremos tudo o que o Senhor nos disse”.
Levantando-se na manhã seguinte,
ergueu ao pé da montanha
um altar e doze marcos de pedra
pelas doze tribos de Israel.
oferecer holocaustos e imolar novilhos
como sacrifícios pacíficos ao Senhor.
e derramou a outra metade sobre o altar.
e o leu em voz alta ao povo, que respondeu:
“Faremos tudo o que o Senhor disse e lhe obedeceremos”.
aspergiu o povo, dizendo:
“Este é o sangue da aliança, que o Senhor fez convosco,
segundo todas estas palavras”.
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial
R. Elevo o cálice da minha salvação,
invocando o nome santo do Senhor.
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
por tudo aquilo que ele fez em meu favor?
invocando o nome santo do Senhor. R.
a morte de seus santos, seus amigos.
que nasceu de vossa serva;*
invocando o nome santo do Senhor.
na presença de seu povo reunido. R.
Segunda Leitura
O Sangue de Cristo purificará a nossa consciência.
Através de uma tenda maior e mais perfeita,
que não é obra de mãos humanas,
isto é, que não faz parte desta criação,
mas com o seu próprio sangue,
ele entrou no Santuário uma vez por todas,
obtendo uma redenção eterna.
e a cinza de novilhas espalhada sobre os seres impuros
os santifica e realiza a pureza ritual dos corpos,
purificará a nossa consciência das obras mortas,
para servirmos ao Deus vivo,
pois, em virtude do espírito eterno,
Cristo se ofereceu a si mesmo a Deus
como vítima sem mancha.
Pela sua morte, ele reparou as transgressões
cometidas no decorrer da primeira aliança.
E, assim, aqueles que são chamados
recebem a promessa da herança eterna.
Palavra do Senhor.
Sequência
(Na forma mais longa; ou na forma abreviada, a partir de: ** Eis o pão ...)
Terra, exulta de alegria,
louva teu pastor e guia
com teus hinos, tua voz!
Tanto possas, tanto ouses,
em louvá-lo não repouses:
sempre excede o teu louvor!
Hoje a Igreja te convida:
ao pão vivo que dá vida
vem com ela celebrar!
Este pão, que o mundo o creia!
Por Jesus, na santa ceia,
foi entregue aos que escolheu.
Nosso júbilo cantemos,
nosso amor manifestemos,
pois transborda o coração!
Quão solene a festa, o dia,
que da santa Eucaristia
nos recorda a instituição!
Novo Rei e nova mesa,
nova Páscoa e realeza,
foi-se a Páscoa dos judeus.
Era sombra o antigo povo,
o que é velho cede ao novo:
foge a noite, chega a luz.
O que o Cristo fez na ceia,
manda à Igreja que o rodeia
repeti-lo até voltar.
Seu preceito conhecemos:
pão e vinho consagremos
para nossa salvação.
Faz-se carne o pão de trigo,
faz-se sangue o vinho amigo:
deve-o crer todo cristão.
Se não vês nem compreendes,
gosto e vista tu transcendes,
elevado pela fé.
Pão e vinho, eis o que vemos;
mas ao Cristo é que nós temos
em tão ínfimos sinais.
Alimento verdadeiro,
permanece o Cristo inteiro
quer no vinho, quer no pão.
É por todos recebido,
não em parte ou dividido,
pois inteiro é que se dá!
Um ou mil comungam dele,
tanto este quanto aquele:
multiplica-se o Senhor.
Dá-se ao bom como ao perverso,
mas o efeito é bem diverso:
vida e morte traz em si.
Pensa bem: igual comida,
se ao que é bom enche de vida,
traz a morte para o mau.
Eis a hóstia dividida...
Quem hesita, quem duvida?
Como é toda o autor da vida,
a partícula também.
Jesus não é atingido:
o sinal é que é partido;
mas não é diminuído,
nem se muda o que contém.
** Eis o pão que os anjos comem
transformado em pão do homem;
só os filhos o consomem:
não será lançado aos cães!
Em sinais prefigurado,
por Abraão foi imolado,
no cordeiro aos pais foi dado,
no deserto foi maná.
Bom pastor, pão de verdade,
piedade, ó Jesus, piedade,
conservai-nos na unidade,
extingui nossa orfandade,
transportai-nos para o Pai!
Aos mortais dando comida,
dais também o pão da vida;
que a família assim nutrida
seja um dia reunida
aos convivas lá do céu!
Aclamação ao Evangelho
R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Eu sou o pão descido do céu;
Evangelho
Isto é meu corpo. Isto é meu sangue.
quando se imolava o cordeiro pascal,
os discípulos disseram a Jesus:
“Onde queres que façamos os preparativos
para comeres a Páscoa?”
e lhes disse: “Ide à cidade.
Um homem carregando um jarro de água
virá ao vosso encontro. Segui-o
‘O Mestre manda dizer: onde está a sala
em que vou comer a Páscoa com os meus discípulos?’
uma grande sala, arrumada com almofadas.
Aí fareis os preparativos para nós!”
Encontraram tudo como Jesus havia dito,
e prepararam a Páscoa.
e, tendo pronunciado a bênção,
partiu-o e entregou-lhes, dizendo:
“Tomai, isto é o meu corpo”.
entregou-lhes e todos beberam dele.
“Isto é o meu sangue, o sangue da aliança,
que é derramado em favor de muitos.
não beberei mais do fruto da videira,
até o dia em que beberei o vinho novo
no Reino de Deus”.
foram para o monte das Oliveiras.
Palavra da Salvação.
Novembro de 2026, nº 299
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