Envolvente e nobre, expressão de profunda delicadeza, presente às vezes até mesmo na dor, esplêndido complemento de seu olhar, era sem dúvida seu sorriso.
Transparecendo nele a conexão das virtudes de que fala São Tomás de Aquino, era marcado, simultânea e discretamente, por uma tristeza cheia de resignação e por uma temperante alegria.
Tristeza que com frequência chegava ao extremo; alegria que poderia por vezes ser intensa.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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