Humildade e obediência foram a via pela qual Rita caminhou para uma semelhança sempre mais perfeita ao Crucificado. O estigma que brilha na sua testa é a autenticação da sua maturidade cristã.
Na Cruz com Jesus, ela de certo modo formou-se naquele amor, que tinha já conhecido e expresso de maneira heroica entre as paredes de casa e na participação nas vicissitudes da sua cidade.
Seguindo a espiritualidade de Santo Agostinho, fez-se discípula do Crucificado e, “perita no sofrer”, aprendeu a entender os sofrimentos do coração humano.
Rita tornou-se assim advogada dos pobres e dos desesperados, obtendo para quem a tenha invocado nas mais diversas situações inúmeras graças de consolação e de conforto.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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