Quem haveria mais humilde do que Ela, que Se considerava indigna de ser a escrava da Mãe do Salvador? Tal atitude não representava a mais alta e pura expressão da pobreza de espírito?
Assim como sua despretensão atingiu o máximo grau possível, na mesma proporção se daria sua elevação e glória. Por isso a Igreja A louvaria como Rainha dos Céus! A ninguém competiria maior prêmio.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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