Considerei sempre meus pais como Santos. Tínhamos profundo respeito e admiração por eles. Perguntava-me por vezes se poderia haver semelhantes sobre a terra. Pelo menos, não os achava ao redor de mim.
Mamãe tinha por meu pai tanta admiração quanta afeição e deixava-o exercer plenamente uma autoridade deveras patriarcal.
Meu Pai falava-nos muitas vezes de nossa “santa Mãe”, como ele a chamava. Esta, de seu lado, escrevia a seu irmão: “Que homem santo é meu marido! Desejo um igual a todas as mulheres”.
A união perfeita desses pais modelos estava sempre orientada para o pensamento da vida eterna.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
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