Ó Joaquim e Ana, casal bem-aventurado e verdadeiramente sem mancha! A vossa conduta foi agradável a Deus e digna d’Aquela que nasceu de vós. Tendo levado uma vida casta e santa, engendrastes a joia da virgindade, Aquela que deveria permanecer Virgem antes, durante e depois do parto, a única sempre Virgem de espírito, de alma e de corpo.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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