Sem dúvida, Maria continua a ser uma criatura, pelo que a sua pessoa é e sempre será finita, mas a sua dignidade, dependente da dignidade do seu Filho, tem tal transcendência que não se pode conceber nada mais sublime entre as criaturas, nem na terra nem no Céu.
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 297, Setembro 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 296, Agosto 2026
Revista Arautos do Evangelho, Ano XXV, nº 295, Julho 2026
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